sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
GESTAR II TP6
GESTAR II
TP6
Na TP6, vimos um pouco sobre a organização de textos argumentativos e suas soluções, as fases de planejamento que o educador deve privilegiar nos momentos da produção em sala de aula ( escrita, revisão e edição ) e que todo processo de produção deve perpassar por parâmetros de análise. Aprendemos que o ensino e aprendizagem do processo de revisão requerem uma pratica de estratégias de releitura, reflexão e do afastamento do escritor do seu próprio texto. Outro fator importante é não colocar excessivas exigências para escritores que têm severos problemas com a escrita.
Estudamos também as funções básicas da língua escrita que é sócio comunicativa, é utilizada para expressão individual, centrada no eu, como na autobiografia, diário, depoimentos etc.; Apelativa” centrada no interlocutor para modificar seu comportamento; Metalingüística quando a linguagem se refere a si mesma, se constituindo objeto de descrição e explicação; Poética o texto apresenta as suas possibilidades expressivas, o visa elaborar no leitor uma experiência estética e a Referencial, utilizada para descrever, conceituar, informar o leitor.
Ficou claro por meio dos estudos realizados que toda manifestação lingüística é basicamente argumentativa, mas nem sempre temos consciência disso.
O tema “Literatura para adolescentes”. Discutimos sobre a riqueza literária encontrada nos livros e que um mesmo livro pode ser lido por duas ou mais pessoas e todas elas terão impressões e opiniões diferentes da historia,e que isso deve ficar claro quando se tem o adolescente como público alvo. Sabemos que eles lêem pouco, mas muitas vezes, seus problemas de leitura insuficiente estão ligados a uma leitura insuficiente do professor e de prática pouco produtivas da escola, em torno do ato de ler, já que na maioria das vezes a leitura e a escrita perde sua função social dentro da escola.
TP6
Na TP6, vimos um pouco sobre a organização de textos argumentativos e suas soluções, as fases de planejamento que o educador deve privilegiar nos momentos da produção em sala de aula ( escrita, revisão e edição ) e que todo processo de produção deve perpassar por parâmetros de análise. Aprendemos que o ensino e aprendizagem do processo de revisão requerem uma pratica de estratégias de releitura, reflexão e do afastamento do escritor do seu próprio texto. Outro fator importante é não colocar excessivas exigências para escritores que têm severos problemas com a escrita.
Estudamos também as funções básicas da língua escrita que é sócio comunicativa, é utilizada para expressão individual, centrada no eu, como na autobiografia, diário, depoimentos etc.; Apelativa” centrada no interlocutor para modificar seu comportamento; Metalingüística quando a linguagem se refere a si mesma, se constituindo objeto de descrição e explicação; Poética o texto apresenta as suas possibilidades expressivas, o visa elaborar no leitor uma experiência estética e a Referencial, utilizada para descrever, conceituar, informar o leitor.
Ficou claro por meio dos estudos realizados que toda manifestação lingüística é basicamente argumentativa, mas nem sempre temos consciência disso.
O tema “Literatura para adolescentes”. Discutimos sobre a riqueza literária encontrada nos livros e que um mesmo livro pode ser lido por duas ou mais pessoas e todas elas terão impressões e opiniões diferentes da historia,e que isso deve ficar claro quando se tem o adolescente como público alvo. Sabemos que eles lêem pouco, mas muitas vezes, seus problemas de leitura insuficiente estão ligados a uma leitura insuficiente do professor e de prática pouco produtivas da escola, em torno do ato de ler, já que na maioria das vezes a leitura e a escrita perde sua função social dentro da escola.
terça-feira, 20 de julho de 2010
GESTAR II
TP5
A TP5 foi bem prazerosa de se construir, pois nós cursistas a realizamos através de seminários nos surpreendíamos com as reflexões construídas por cada grupo e como os mesmos estruturarão as apresentações.
O primeiro grupo ficou com o tema “Estilística”, nos ofereceu em suas explanações noções de estilo, quais os objetivos da estilística no texto como se dá as combinações das palavras,os componentes semânticos e morfológicos resultando assim que esta estuda os valores ligados à sonoridade, à significação e formação das palavras, à constituição da frase e do discurso. O grupo fez uma belíssima e esclarecedora apresentação em PowerPoint.
O segundo grupo, do qual eu fui componente, falou sobre “ Coerência Textual” trabalhamos com alguns slides que estabeleciam relação entre textos verbais e não verbais e com as analises dos sentidos em um texto, isso foi apresentado ao grupo de forma bem interessante e divertida, com uma encenação teatral, onde os discursos estavam incoerentes com a prática, o que levou o grupo a uma melhor compreensão do tema.
O terceiro grupo apresentou o tema “coesão textual” bastante esclarecedor quanto aos elementos lingüísticos e os mecanismos de coesão referencial e seqüencial, apontando a que coesão textual refere-se às relações de sentido que se estabelecem no interior do texto.
O quaro grupo, ficou incumbido de apresentar o tema “Relações lógicas no texto”, com muita clareza o grupo ressaltou a importância da temporalidade e identidade na construção dos sentidos de um texto e ainda as relações lógicas de construção de significados que se encontram implícitos na leitura e que nas nossas interlocuções diárias, buscamos sempre o fio condutor da organização das idéias e das informações: buscamos a lógica dos discursos .
O formador parabenizou todos os grupos pelas apresentações no seminário e fez as inferências necessárias em cada tema enriquecendo muito mais os conhecimentos pré – construídos no grupo.
TP5
A TP5 foi bem prazerosa de se construir, pois nós cursistas a realizamos através de seminários nos surpreendíamos com as reflexões construídas por cada grupo e como os mesmos estruturarão as apresentações.
O primeiro grupo ficou com o tema “Estilística”, nos ofereceu em suas explanações noções de estilo, quais os objetivos da estilística no texto como se dá as combinações das palavras,os componentes semânticos e morfológicos resultando assim que esta estuda os valores ligados à sonoridade, à significação e formação das palavras, à constituição da frase e do discurso. O grupo fez uma belíssima e esclarecedora apresentação em PowerPoint.
O segundo grupo, do qual eu fui componente, falou sobre “ Coerência Textual” trabalhamos com alguns slides que estabeleciam relação entre textos verbais e não verbais e com as analises dos sentidos em um texto, isso foi apresentado ao grupo de forma bem interessante e divertida, com uma encenação teatral, onde os discursos estavam incoerentes com a prática, o que levou o grupo a uma melhor compreensão do tema.
O terceiro grupo apresentou o tema “coesão textual” bastante esclarecedor quanto aos elementos lingüísticos e os mecanismos de coesão referencial e seqüencial, apontando a que coesão textual refere-se às relações de sentido que se estabelecem no interior do texto.
O quaro grupo, ficou incumbido de apresentar o tema “Relações lógicas no texto”, com muita clareza o grupo ressaltou a importância da temporalidade e identidade na construção dos sentidos de um texto e ainda as relações lógicas de construção de significados que se encontram implícitos na leitura e que nas nossas interlocuções diárias, buscamos sempre o fio condutor da organização das idéias e das informações: buscamos a lógica dos discursos .
O formador parabenizou todos os grupos pelas apresentações no seminário e fez as inferências necessárias em cada tema enriquecendo muito mais os conhecimentos pré – construídos no grupo.
GESTAR II TP4
GESTAR II
TP4
A TP4 nos remeteu ao nosso processo de construção da escrita uma vez que o seu estudo nos fez refletir quanto ao desenvolvimento da escrita, sua função social e as diversas formas que a sociedade letrada a utiliza e representa.
Assim é possível salientar que as reflexões feitas nos grupos sobre o conceito de letramento se tornou bem mais amplo pois com as intervenções do formador concluímos que letramento não se restringe apenas a escrita convencional e sim aos modos com que esta se apresenta na sociedade, com seus usos e suas funções nas diferentes situações comunicativas em que é utilizada coletiva e pessoalmente. Compreendemos também com o estudo da TP que a leitura e a escrita são atividades de comunicação e que fazem parte da cultura e ao mesmo tempo se constroem historicamente.
Foi debatido também nesse encontro como se da os usos e funções da escrita no cotidiano leitura na sala de aula.
Foi salientado também a importância de valorar os conhecimentos prévios do sujeito envolvido no processo.
Ainda discutimos que o “Ler” é diferente do “Compreender o texto”, pois o ato de ler se restringe a reconhecer palavras e seus significados e já a compreensão é bem mais amplo, pois alem do reconhecer palavras e significados é também um construir pensamentos, raciocínios e saberes, carregados de intenções do sujeito que lê.
Por fim essa TP trouxe para práxis de qual quer educador uma grande contribuição tanto no ato de valorar os saberes do educando como nas questões que envolvem os processos de construção da leitura e da escrita perspectiva do letramento.
TP4
A TP4 nos remeteu ao nosso processo de construção da escrita uma vez que o seu estudo nos fez refletir quanto ao desenvolvimento da escrita, sua função social e as diversas formas que a sociedade letrada a utiliza e representa.
Assim é possível salientar que as reflexões feitas nos grupos sobre o conceito de letramento se tornou bem mais amplo pois com as intervenções do formador concluímos que letramento não se restringe apenas a escrita convencional e sim aos modos com que esta se apresenta na sociedade, com seus usos e suas funções nas diferentes situações comunicativas em que é utilizada coletiva e pessoalmente. Compreendemos também com o estudo da TP que a leitura e a escrita são atividades de comunicação e que fazem parte da cultura e ao mesmo tempo se constroem historicamente.
Foi debatido também nesse encontro como se da os usos e funções da escrita no cotidiano leitura na sala de aula.
Foi salientado também a importância de valorar os conhecimentos prévios do sujeito envolvido no processo.
Ainda discutimos que o “Ler” é diferente do “Compreender o texto”, pois o ato de ler se restringe a reconhecer palavras e seus significados e já a compreensão é bem mais amplo, pois alem do reconhecer palavras e significados é também um construir pensamentos, raciocínios e saberes, carregados de intenções do sujeito que lê.
Por fim essa TP trouxe para práxis de qual quer educador uma grande contribuição tanto no ato de valorar os saberes do educando como nas questões que envolvem os processos de construção da leitura e da escrita perspectiva do letramento.
GESTAR II TP3
GERTAR II
TP3
Nessa TP3, foram discutidas as questões dos gêneros textuais, e que é através deste que desenvolvemos a competência sociocomunicativa, nas quais somos capazes de organizar as informações lingüísticas de acordo com a finalidade do texto com os objetivos do interlocutor.
Compreendemos também que a organização e a seqüência textual ou gênero é definido de acordo com interlocutor que se deseja alcançar, ou seja, que facilitara a comunicação como é o caso dos autdor, propagandas etc.
Assim pode-se dizer eu gêneros textuais são realizações lingüísticas concretas definida por propriedades sociocomunicativas, é a situação de produção que determina em que gênero ele é realizado, logo estes não definem por aspectos formais ou estruturais da língua e sim a sua funcionalidade o seu uso.
O mais importante dentro da discussão sobre gêneros é que nós educadores compreendemos que a identificação e conseqüentemente classificação dos gêneros resulta de uma serie de fatores lingüísticas e sociais, e que cada fator sozinho não pode ser utilizado pra classificar um determinado gênero e que um único texto pode apresentar uma mistura de gêneros com predominância de um para sua classificação sempre deve se levar em consideração a finalidade para a qual o texto é construído.
Os gêneros textuais como produtos sociocomunicativos, não comporta uma classificação pré-determinada, ou exaustiva, ela flexível, ou seja, em cada situação os gêneros podem “transpor” de uma formatação especifica para outra, almejando atingir a objetivos sociocomunicativos diferentes.Assim na sala de aula o educador deve buscar esse caminho de transparência de um gênero para outro, nos momentos de produção textual e que essa busque sempre estabelecer conexões com a vida fora dos limites da escola, já que estas facilitam o processo ensino aprendizagem, vale ressaltar eu quanto mais variada à circulação de gêneros na sala de aula tanto mais os alunos serão capazes de fazer uso e identificar os vários gêneros textuais.
TP3
Nessa TP3, foram discutidas as questões dos gêneros textuais, e que é através deste que desenvolvemos a competência sociocomunicativa, nas quais somos capazes de organizar as informações lingüísticas de acordo com a finalidade do texto com os objetivos do interlocutor.
Compreendemos também que a organização e a seqüência textual ou gênero é definido de acordo com interlocutor que se deseja alcançar, ou seja, que facilitara a comunicação como é o caso dos autdor, propagandas etc.
Assim pode-se dizer eu gêneros textuais são realizações lingüísticas concretas definida por propriedades sociocomunicativas, é a situação de produção que determina em que gênero ele é realizado, logo estes não definem por aspectos formais ou estruturais da língua e sim a sua funcionalidade o seu uso.
O mais importante dentro da discussão sobre gêneros é que nós educadores compreendemos que a identificação e conseqüentemente classificação dos gêneros resulta de uma serie de fatores lingüísticas e sociais, e que cada fator sozinho não pode ser utilizado pra classificar um determinado gênero e que um único texto pode apresentar uma mistura de gêneros com predominância de um para sua classificação sempre deve se levar em consideração a finalidade para a qual o texto é construído.
Os gêneros textuais como produtos sociocomunicativos, não comporta uma classificação pré-determinada, ou exaustiva, ela flexível, ou seja, em cada situação os gêneros podem “transpor” de uma formatação especifica para outra, almejando atingir a objetivos sociocomunicativos diferentes.Assim na sala de aula o educador deve buscar esse caminho de transparência de um gênero para outro, nos momentos de produção textual e que essa busque sempre estabelecer conexões com a vida fora dos limites da escola, já que estas facilitam o processo ensino aprendizagem, vale ressaltar eu quanto mais variada à circulação de gêneros na sala de aula tanto mais os alunos serão capazes de fazer uso e identificar os vários gêneros textuais.
GESTAR II TP2
GESTARII
TP2
Na TP 2 de Lingua Portuguesa, tivemos a oportunidade de refletir sobre os vários sentidos da gramática e sua relação com o ensino produtivo,reflexivo e prescritivo.
Redescobrimos e ampliamos os conceitos das possibilidades de organização em uma frase, das funções da arte, estabelecendo relações com o cotidiano, sua classificação e suas características temporais e sociais.
Enfim compreendemos um pouco mais sobre lingüística e analise literária. O formador Rubem Pinto esclareceu, alguns pontos sobre “Analise Lingüística” e “gramatical”. Ressaltou sobre as três concepções de gramática a interna, a descritiva e a normativa, momento no qual o grupo foi levado a construir os seus significados, assim ficou “estabelecido” que a gramática interna é o conjunto de regras que qualquer falante da língua domina, a descritiva é o conjunto de regras que o observador da língua procura compreender e explicar, já a gramática normativa é voltado para as regras da norma culta, que privilegia a modalidade escrita e a linguagem literária.
Após essa construção coletiva, o formador direcionou o estudo das seções em grupo, de forma que cada grupo ficou com uma seção e socializou os conhecimentos adquiridos através da exposição aberta com a inferência de todos os cursistas.
TP2
Na TP 2 de Lingua Portuguesa, tivemos a oportunidade de refletir sobre os vários sentidos da gramática e sua relação com o ensino produtivo,reflexivo e prescritivo.
Redescobrimos e ampliamos os conceitos das possibilidades de organização em uma frase, das funções da arte, estabelecendo relações com o cotidiano, sua classificação e suas características temporais e sociais.
Enfim compreendemos um pouco mais sobre lingüística e analise literária. O formador Rubem Pinto esclareceu, alguns pontos sobre “Analise Lingüística” e “gramatical”. Ressaltou sobre as três concepções de gramática a interna, a descritiva e a normativa, momento no qual o grupo foi levado a construir os seus significados, assim ficou “estabelecido” que a gramática interna é o conjunto de regras que qualquer falante da língua domina, a descritiva é o conjunto de regras que o observador da língua procura compreender e explicar, já a gramática normativa é voltado para as regras da norma culta, que privilegia a modalidade escrita e a linguagem literária.
Após essa construção coletiva, o formador direcionou o estudo das seções em grupo, de forma que cada grupo ficou com uma seção e socializou os conhecimentos adquiridos através da exposição aberta com a inferência de todos os cursistas.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
O GESTAR II TP1
GESTAR TP1
A TP1 apesar de ter sido discutida nos últimos encontros do gestar não perdeu o seu foco de importância uma vez que discute as variantes lingüísticas em todos os aspectos culturais e literários, cultura aqui definida como tudo aquilo que é produzido pela humanidade quando homens e as mulheres transformam os recursos naturais e as próprias formas de pensar e fazer (práticas de cultura).
Nessa TP tivemos a oportunidade de desfazer alguns equívocos nas variantes da língua, ampliando os conceitos da norma culta.
Foi muito gratificante compreender o que é a intertextualidade e suas varias formas de se apresentar como a paródia, que é um tipo de texto que parte de um outro, mas perde seu eixo central e assume uma postura critica.
A paráfrase que trata-se da retomada de um texto sem perder ou mudar seu fio condutor sua lógica como exemplo resumos, adaptações e traduções.
O pastiche que é também um tipo de intertextualidade, que sai do texto específico e passa a fazer proveito, dos recursos e do climax que a obra possa oferecer.
Essa TP foi fundamental para discutirmos a questão do ponto de vista, que traduz no escrito os momentos históricos sujeito locutor e interlocutor, como essa compreensão é importante no âmbito da sala de aula, já que ao solicitar a análise ou a produção de um texto, se parte de um ponto de vista, mas cabe ressaltar que toda opinião pode ser contestada, mas deve ser sempre respeitada.
A TP1 apesar de ter sido discutida nos últimos encontros do gestar não perdeu o seu foco de importância uma vez que discute as variantes lingüísticas em todos os aspectos culturais e literários, cultura aqui definida como tudo aquilo que é produzido pela humanidade quando homens e as mulheres transformam os recursos naturais e as próprias formas de pensar e fazer (práticas de cultura).
Nessa TP tivemos a oportunidade de desfazer alguns equívocos nas variantes da língua, ampliando os conceitos da norma culta.
Foi muito gratificante compreender o que é a intertextualidade e suas varias formas de se apresentar como a paródia, que é um tipo de texto que parte de um outro, mas perde seu eixo central e assume uma postura critica.
A paráfrase que trata-se da retomada de um texto sem perder ou mudar seu fio condutor sua lógica como exemplo resumos, adaptações e traduções.
O pastiche que é também um tipo de intertextualidade, que sai do texto específico e passa a fazer proveito, dos recursos e do climax que a obra possa oferecer.
Essa TP foi fundamental para discutirmos a questão do ponto de vista, que traduz no escrito os momentos históricos sujeito locutor e interlocutor, como essa compreensão é importante no âmbito da sala de aula, já que ao solicitar a análise ou a produção de um texto, se parte de um ponto de vista, mas cabe ressaltar que toda opinião pode ser contestada, mas deve ser sempre respeitada.
sábado, 1 de maio de 2010
Mensagem Dia do Trabalho
Mensagem Dia do Trabalho: "Voce recebeu uma mensagem de Dia do Trabalho. Clique no link acima para acessar a mensagem recebida!"
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